O card
O card é a unidade de trabalho, e o lugar onde quem cuida do produto e quem escreve o código falam sobre ela. Ele tem um número, e esse número é contado por quadro —#7 existe em todo quadro, e são cards diferentes.
O que faz dele um card do Tylon, e não uma linha numa lista, é o que ele carrega: a branch cortada para ele, o pull request aberto a partir dessa branch, e o que o CI disse sobre os dois. Dá para perguntar a um card se ele consegue se mover antes de alguém arrastá-lo.
Rascunho, depois em andamento
1
No backlog, ele é um rascunho
Um título, uma descrição, uma discussão. Nada aqui toca no Git. O backlog cresce sem limite e é trabalhado como lista — reordene, busque, escolha de dentro dele.
2
Iniciar é um ato deliberado
Tirar um card do backlog é o que corta a branch. É por isso que é um movimento e não uma caixinha de marcar: ele pergunta em quais repositórios o card mexe, porque é essa resposta que decide o que vai ser criado.
3
Agora ele está no quadro
O quadro mostra o trabalho em andamento — os estágios do fluxo, sem o backlog atrás deles.
Um card, vários repositórios
Uma funcionalidade que mexe no app web e na API é uma entrega só, ou não é entrega nenhuma. Então um card se liga a vários repositórios, e ganha uma branch e um pull request em rascunho em cada um. Eles andam juntos. Mover o card promove todos os repositórios em que ele mexe, e se um recusa — conflitos, checks vermelhos — o card não se move pela metade: ele fica bloqueado, e o bloqueio diz qual repositório recusou e o que já entrou nos outros.Isto é o que nem um quadro nem um provedor de repositório conseguem fazer sozinhos. O GitHub conhece cada branch; o quadro conhece a intenção; só quem rodou o merge sabe que os dois eram um ato só.
Onde um card mora
Todo card precisa ter um projeto, e é por isso que a API pede um
projectId num quadro que tem mais de um: as colunas pertencem a um projeto, então “o quadro do time inteiro” não é uma coisa que dê para desenhar.