O quadro diz o que está em andamento. O trunk diz o que de fato entrou, em que
dia, e se lê um mês por vez.
A linha
HEAD → refs/heads/main no alto é o que a linha é: a branch para onde este
projeto promove, não uma abstração acima dela.
Um card que chegou ao último estágio do fluxo dele, no dia em que chegou.
Um card que está prometido dentro desta janela e não saiu. Um no print,
ainda no quadro, em In development.
Sólida onde o trabalho já aconteceu, tracejada onde o mês ainda não chegou.
O tracejado não é previsão; é a parte de agosto que ainda está pela frente.
O quadrado cheio é uma release fechada. Wallets, first half, com os
cards que ela levou listados em Na trunk logo abaixo.
Os cinco números
Cada um é uma frase sobre a mesma janela, e cada um diz como foi contado —
porque uma métrica de entrega que ninguém consegue reproduzir é uma métrica de
entrega com a qual alguém vai discutir.
28,6 dias até aterrissar é o card do meio, do dia em que saiu do Backlog
até o dia em que aterrissou. Lido de 4 cards: os que não têm saída do backlog
não têm de onde datar, e ficam de fora em vez de entrarem como zero.
1 promoção recusada é um movimento que o provedor não aceitou. 0 revert
aberto é um pull request de revert a partir de um card que já tinha
aterrissado — o número que diz se o que saiu continuou fora.
As setas no canto superior direito voltam pelos meses anteriores, e a mesma
janela está disponível para um script em
GET /v1/trunk.